Descobrindo-se que se tem uma alma ou de como não se revoltar com a bondade: montagem e sagrado em De canção em canção (EUA, 2017), de Terrence Malick

Sander Cruz Castelo

Resumo


Analisa-se como se suscitam efeitos de sagrado por meio da montagem no filme De canção em canção (EUA, 2017). Com esse propósito, investiga-se o emprego que o cineasta Terrence Malick faz dos três tipos de montagem apontados por Vincent Amiel (narrativa, discursiva e de correspondências), com suas implicações transcendentais. Conclui-se que a montagem do filme emula o tempo escatológico cristão do futuro e do presente (kairológico), além de sinalizar para a imanência do sagrado na natureza e na cultura.


Palavras-chave


Filme "De canção em canção"; Montagem; Sagrado

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